Quiabo

Hibiscus esculentus

É rico em fibras, funcionando como regulador do intestino e até suave laxante. É bom principalmente em ferro e cobre (necessário para a absorção do ferro e para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue), e também em cálcio, fósforo e vitamina A, B e C (a última se perde no cozimento). Pode ser preparado de diversas formas: refogado, cozido, assado, em sopas e saladas. O que mais afasta esse alimento tão nutritivo da mesa de muitas pessoas é a sua baba ou gosma. Mas é fácil tirá-la: basta pingar algumas gotas de limão depois de cortadinho, antes de usá-lo ou mesmo durante o cozimento. Muitos substituem o limão pelo vinagre, mas esse produto não traz nenhum benefício à saúde e pode até fazer mal (com exceção do vinagre de maçã, usado em pequenas quantidades).

A culinária baiana tem suculentos pratos à base de quiabo, como o caruru, em que essa hortaliça casa muito bem com o camarão seco. Os japoneses colocam-no inteiro em espetinhos, que podem ser assados ou grelhados – uma preparação deliciosa. Na medicina caseira, o quiabo é estimulante do estômago e do intestino. Infusões feitas com os frutos e as folhas, adoçados com mel, são valiosas no tratamento de pneumonias e bronquites. É um alimento recomendado na convalescença dos portadores de tuberculose.

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