Jiló

Solanum gilo

O dito popular “amargo que nem jiló” expressa bem a ambigüidade dessa planta: a substância amarga que possui é a sua maior virtude, pois estimula o bom funcionamento do fígado; por outro lado, é justamente a responsável pelo fato de muitas pessoas rejeitarem o jiló. Ele é pobre de substâncias nutritivas, contendo apenas um pouco de cálcio e ferro.

Para melhorar o seu sabor, é preciso deixá-lo imerso em água, aferventar, cozinhar ou fritar, e essas práticas acabam por empobrecê-lo. Popularizou-se o uso exclusivo do jiló em determinada dieta para emagrecer. Cuidado: qualquer dieta que não seja equilibrada em seus princípios fundamentais – açúcar, proteínas, gordura, vitaminas e sais minerais – e prescrita por um profissional competente, pode trazer sérios problemas para a saúde, mesmo que provoque o emagrecimento.

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